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quarta-feira, 29 de abril de 2009

#213 - Francisco Cuoco


Um dos maiores galãs de novela e da música brasileira dos anos 70 não poderia se furtar à ostentação de um glorioso bigode. Terror das menininhas de família, empregadas domésticas e frangas de teatro, Francisco Cuoco era O garoto-propaganda que toda companhia de cigarros gostaria de estampar em seus anúncios. O Charlton Heston brasileiro. Poucos sabem, mas ele é pai de Renato Gaúcho.
Quando meu pai começou a trabalhar no cartório, em 1978, era confundido com Francisco Cuoco. Meu pai parou de fumar nessa época e hoje é confundido com o vôvô-garoto Nuno Leal Maia. Nesse tempo:

Francisco sempre foi o nosso Casanova. Desde a parceria com o Imperador D. Pedro I, aos 25 anos, na mítica expedição do "caminho do ouro", que culminou na população de Minas Gerais, até hoje, quando mesmo aos 297 anos de idade, sua beleza fóssil ainda proporciona suspiros nas senhoras de família.

Desde os tempos mais primórdios... Francisco Cuoco tá aí.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

#205 - Daniel Dantas


Jornalistas italianos estavam cobrindo um bafafá no Brasil que dava conta de um suposto banqueiro tupiniquim que tinha como advogado de defesa o presidente do mais picão tribunal judiciário do país. O nome do homem? Daniel Dantas. Foram lá os intrépidos repórteres no Google procurar uma imagem do homem... figuram dois rostos distintos, mas num deles, por vezes, temos um ameaçador mustache.

Adivinha qual foi publicado?

segunda-feira, 24 de março de 2008

#170 - Brandon Walsh

Lembra do Brandon, o bonitão de "Barrados no Baile" que era irmão da Brenda - aquela gostosona - e pegava a Kelly?

Pois é, agora ele é um homem.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

# 159 - Jece Valadão

Já faz mais de um ano, mas, para seus seguidores, ainda é difícil tocar no assunto. Jece Valadão, o cara mais durão do cinema nacional, entrou pelo cano eterno em 27 de novembro de 2006, aos 76 anos, deixando o mundo órfão da encarnação triunfal e fundamental do poder do bigode.

Ele morreu sem saber fazer café, acender um fogão ou arrumar a casa. “Minhas mulheres sempre fizeram isso pra mim”, contava o homem que, com mais de cem filmes e 50 peças de teatro nas costas, ficou marcado pelo estigma de cafajeste. Sexista confesso, chauvinista convicto, foi o irascível paradigma do macho brasileiro.

Começou como radioator em emissoras do interior do Espírito Santo e fez epquenos papéis até se consagrar na pele do malandro Miro em "Rio 40 graus"- catapultado por seu escrotérrimo bigode. Ajudou a fundar o Cinema Novo e lançou as bases do mito do cafajeste, que encarnaria pelo resto da vida.

Daí em diante, atuou em uma porrada de filmes e peças e - honra máxima - foi jurado do programa de calouros do Chacrinha. Pedro de Lara com sex appeal. Também encarou sem reclamar uma boa dezena de pornochanchadas – ou “comédias urbanas eróticas inspiradas na literatura”, como preferia chamá-las.

Nesse período, Jece se casou cinco vezes e teve um belo punhado de aventuras extraconjugais. Vivia num apartamento com a esposa da vez, encontrava em outro a amante oficial e mantinha uma garçonnière de emergência para “atender às aflitas”. Em suas múltiplas e movimentadas alcovas, fez nove filhos, dos quais reconheceu apenas cinco; os demais foram criados por outros homens. Mesmo dos herdeiros que considerava legítimos, Jece foi pai ausente e tornou-se célebre o episódio em que presenteou um filho de 7 anos com um fusca para compensar a falta de carinho.

Ao fim do casamento com a atriz Vera Gimenez - o quarto do currículo - Jece se deu conta de que nunca havia estado plenamente solteiro, apesar da alta rotatividade de amantes. Foi quando decidiu montar a Garçonnière Fundamental num apartamento duplex em Copacabana. Ao entrar no recinto, a moça da vez - "uma por dia" - não deveria ter dúvidas sobre o que aconteceria momentos depois. A porta da frente, ao se abrir, disparava sensores que acionavam uma cama que se desdobrava milagrosamente da parede, a água da piscina térmica do segundo andar começava a esquentar, um armário se transformava em bar e acendia-se uma luz tênue. "Mandei fazer tudo de propósito", dizia, “a menina tinha que entrar e pensar: vou ter que dar”. Na portaria, um leão de chácara impedia que mulheres que carregassem pasta de dente na bolsa entrassem no recinto. "Aí já era mudança. Eu não queria mulher se mudando pra lá", contava Jece, um verdadeiro ídolo de bigode.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

#156 - Mééééérciaaaa!!!

Um bigode sedutor, bruto, másculo, daqueles que prendem a espuma da cerveja só pra soltar na hora em que se esbraveja, acentuando as emoções nos momentos de raiva ou de gargalhada. Um bigode que roça na nuca das mulheres acompanhado de um susurro meio afobado na respiração mas confiante nas palavras, sempre perguntando pequenas coisas cujas respostas são sempre "SIM". Somente alguém com o potencial de um Humberto Martins pode usar tal palavreado que na boca de qualquer desbigodado soaria ridículo.

"Eu não consigo esquecer suas carnes firmes, teu cheiro de menina levada quando vai dormir depois de brincar de médico... isso me deixa louco... E eu sei que eu também te deixo louca, né né...?? Uhn, uhn??"

Acontece que com Humberto Martins, por incrível que pareça, isso funciona não só na ficção como na vida real, quando pegava a gostosona da Solange Frazão. Ele é o clássico exemplo de ator que sempre interpreta ele mesmo e por isso quando falamos dele profissionalmente a coisa pode ser aplicada à sua vida privada.

Nascido em 14 de abril de 1961 em New Iguaçu, ficou famoso por interpretar o médico Bruno na novela Quatro por Quatro. A sinopse eu copio e colo de um site de novelas em espanhol que fica mais a ver com o jeito Latin Lover dele

"Ángela sueña con conocer a su verdadero padre, Bruno, el médico que no logró salvar a su amada Mércia en el momento del parto. Traumatizado por la pérdida, entregó a la bebé a su primo Gustavo para que la criara y decidió alejarse de todos y radicarse en la Amazonia. Pero el pasado retorna en la figura de Suzana, la hermana gemela de Mércia, que enloquece a Bruno con un juego de seducción. Y él decide retornar a Río de Janeiro y recuperar a su hija Ángela, que ha crecido en el seno de una familia singular"

O cara ainda interpretou o Cigano Iago, o Cowboy Alaor, o aventureiro Baldock (um bradock brasileiro) e um ditador latino chamado Carlos Camacho, além de outros tipos.

Entretanto, nosso Antônio Bandeirola, deve se cuidar... Se exagerar no seu próprio tipo e desenvolver estilinho careca oleosa, barriguinha de chope de quem um dia foi sarado, camisa de botao meio aberta com manchas de suor no suvaco, o cara vai virar o clássico Titio... daqueles que ficam babando nas amigas dos sobrinhos ou dos proprios filhos. Fica lá só esperando a oportunidade pra encostar a visita de 15 aninhos na parede e fazer perguntas ja alisando o bracinho da presa.

"Então vocé é amiga do Junior, né? Nunca tinha te visto aqui... Ta calor hoje né? quer um suquinho, quer? Eu pego pra você. O Júnior tá terminando o banho mas você pode esperar ele no meu quarto, se quiser. Lá é mais confortável"

No momento ele está acertando a versão brasileira do filme Beleza Americana, cujo nome não é surpresa alguma será Beleza Brasileira, sendo Humbertão no papel interpretado por Kevin Spacey na versão original. Sonia Braga será a esposa em crise, Edson Celulari o corretor de imóveis e para o papel da teenager virgem sedutora alguma atriz escolhida num concurso do Faustão.
Texto do leitor e ídolo Hagen.

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

#127 - Viva a família Sardinha

À primeira vista muitos diriam que Pedro Neschling é apenas mais um atorzinho de Malhação. Mas os grandes homens se medem pelas causas que defendem; e Pedro defende a mais nobre das causas: O BIGODE.



Tá aqui o blog do cara. Que não é "só mais um blog" da Globo. E tá aqui a campanha de ordem cidadã (piada interna) que ele lançou. Finalmente estamos alcançando a grande mídia. Agora, meus queridos, o céu é o limite.

Aliás, muitos não sabem mas o embrião do Ídolos de Bigode foi uma campanha lançada em 2006 para que o Ronaldo usasse bigode na final da Copa do Mundo. Na época não conseguimos um apoio sequer. Essa reviravolta só prova o que já era óbvio: Estávamos a frente do nosso tempo. Felizmente fomos compreendidos antes da morte.

terça-feira, 14 de agosto de 2007

#89 - Groucho Marx

Julius Henry "Groucho" Marx foi um dos maiores comediantes de seu tempo. Juntamente com seus irmãos, Harpo e Chico, faziam sucesso no cinema e teatro americanos como Os Irmãos Marx. O bigode, assim como as sobrancelhas, eram falsos e provavelmente Groucho ficava irreconhecível sem eles. Mesmo assim um ídolo, não somente por ter revolucionado a maneira de fazer comédia nos EUA e em todo o mundo, mas também por ter disseminado o uso do falso bigode como disfarce e inspirado a criação da "máscara" composta por nariz, bigode, sobrancelhas e óculos de aro redondo que povoaram uma série de desenhos animados por gerações.

Veja abaixo um imbecil aleatório usando a máscara e um trecho de "7 cent nickle":


sexta-feira, 10 de agosto de 2007

#86 - Pedro Infante

Quando se fala em cinema mexicano, a primeira pessoa em quem se pensa é naquele pirralho imberbe do Gael García Bernal. Quando muito, lembra-se do nome bizarro do diretor igualmente bizarro (e igualmente imberbe) Alejandro Gonzáles Iñárritu. Em situações extremas, chega-se até o finalmente bigodudo Cantinflas (que merece post próprio). O que nós, brasileiros isolados do resto da Latinoamérica, não sabíamos era que o maior ídolo da história do cinema mexicano foi e segue sendo, É LÓGICO, o ídolo de bigode Pedro Infante.

Nascido no significativo ano de 1917, no qual deu-se à luz, entre outros, a Revolução que fez famoso o amiguinho que ilustra o título deste blog maroto, além da Constituição mexicana, a primeira carta magna a contemplar os direitos sociais e o bigode como instituições constituicionais, José Pedro Infante Cruz atuou, entre 1939 e 1957, ano que, de significativo, só teve a morte dele mesmo, em nada menos que 59 filmes, e gravou nada mais que 366 canções.

Compulsivo e vitaminado, teve cerca de 20 filhos, não somente com as três esposas oficiais, mas também com a camareira, com a costureira, com a cozinheira, com a gerente do banco, com a mulher barbada e com a tia que vendia burritos na porta do estúdio. Foi, sem sombra de dúvidas, o Ultimate Garanhas da terra dos churros.

Mais do que sagaz, Pedro Infante era um cara arrojado. Se ligava numa adrenalina, e foi tal vício que o fez ir prematuramente desta para a melhor. Acontece que ele curtia pilotar aviões, mas era extremamente ruim de asa. Resultado: derrubou o avião que pilotava. DUAS VEZES. Na primeira, se estropiou todo, mas conseguiu se recuperar, tendo como singela seqüela uma placa de metal que substituiu seu osso frontal do crânio (vulgo testa). O que valeu ao latin lover um toque de Frankenstein.

Da segunda vez que ele derrubou o avião, se deu mal. Seu corpo carbonizado só foi reconhecido pela placa na testa. Após o anúncio da morte do ídolo de bigode, dezenas de mulheres desesperadas suicidaram, só para mostrar que el hombre era fueda.

Em guisa de conclusão, e para arrefecer o ânimo dos incautos que ainda ousam duvidar do poder do bigode, segue o trecho de um filme de Pedro Infante. Reparem bem, hereges, QUEM faz uma mera ponta no filme do caboclo, aprendendo a arte do bigode com o mestre absoluto da sedução pilosa-facial:



Texto enviado pelo leitor Leonardo Fazito.

domingo, 1 de julho de 2007

#52 - Il Padrino/Marlon Brando

"I'll make an offer he can't refuse."

Don Vito era O Cara. O soberbo mafioso interpretado por Marlon Brando não poderia nunca deixar de ter aquele discreto porém implacável bigode no rosto, um aviso a seus oponentes de que Vito tinha caráter e palavra - além de capangas fortemente armados.

Quando fez o papel de Don Corleone, talvez Brando não suspeitasse do impacto cultural que sua figura como manda-chuva do crime teria na sociedade. Brando fez inúmeros papéis, chegou a ser Jor-El, pai de Kal-El, encarnou os horrores da guerra em seu Colonel Kurtz, mas foi como Vincenzo que sua imagem virou ícone.

Vencedor do Oscar por sua atuação como Don Corleone, "Brando não compareceu à cerimônia de entrega e enviou no seu lugar a [suposta] índia Sacheem Littlefeather, na verdade uma atriz hispânica, para manifestar ao público o descontentamento com a forma como Hollywood tratava os nativos americanos" (Créditos para a Folha Online).

Seu Don Vito era homem de hábitos simples e palavra feroz. Não fosse por ele, talvez Scorsese jamais poderia começar um filme (Goodfellas, 1990) com o monólogo "Since I remember, I always wanted to be a gangster".

"Keep your friends close, and your enemies closer."


segunda-feira, 25 de junho de 2007

#48 Professor Raimundo


O salário podia ser pequeno, mas era certamente compensado pela alegria de viver que uma bigoda daquelas proporciona ao cristão que a cultiva, a ostenta e tem a moral de arcar com as responsabilidades que ela acarreta. Assim - alegremente - viveu o Professor Raimundo Nonato. Não apenas na intangível esfera da ficção, mas também no calor dos corações e mentes ligados na telinhada Grobo durante os 11 anos em que sua Escolinha alegrou o fim de tarde da garotada.

Melhor escada não poderia haver para Rolando Lero, Bertoldo Brecha, Costinha, Baltazar da Rocha e, é claro, também para a Dona Capitu, que não tinha a menor graça, mas deixava todo mundo meladão antes do toddynho das 18h.

Em tempo: é inacreditável a escassez de fotos do filho ilustre de Maranguape na rede mundial de computadores. Qualquer foto melhor do que essa porcaria aí em cima será de imenso valor para a equipe de Ídolos de Bigode. Não espere nada em troca, a não ser nossos bons pensamentos.

domingo, 24 de junho de 2007

#47 - Inspetor Clouseau/Peter Sellers

brinde: tema musical (use outra aba ou janela)
Nada mais despretensioso do que o primeiro filme da Pantera Cor-de-Rosa, cujo roteiro colocava o vilão, o idiossincrático ladrão The Phantom, como o personagem principal, e o Inspetor Clouseau como escada. The Pink Panther aludia ao nome do raro diamante roubado pelo Fantasma no filme, o qual continha uma falha fantástica por onde, sob determinada luz, era possível avistar nossa querida Pantera.

A seqüência inicial do filme era uma animação onde a câmera "entrava" no diamante e apresenta a Pantera ao público. Fez tanto sucesso que gerou, quase instantaneamente, sua "carreira-solo" nos desenhos.Roubando ainda mais a cena, o Clouseau de Peter Sellers impressionou tanto, que, logo na primeira continuação da série - A Shot in the Dark -, lançada no ano seguinte, não havia nem fantasma, nem desenhosinho da Pantera: era só o Inspetor franco-trapalhão, sua doce Maria Gambrelli e seu indomável assistente Cato. Tudo deles.

Quando Clouseau tenta levar a bela para uma inesquecível noite de amor em sua casa, a intervenção de Cato proporciona uma das melhores cenas de amor-humor-artes marciais do cinema. Infelizmente, o youtube não tem.

Outro brinde: o tema de A Shot In the Dark - versão Pink Panther's Penthouse Party

quinta-feira, 24 de maio de 2007

#16 - Paulo Cintura - controvérsia


"ISSA! - Saúde é o que interessa; o resto não tem pressa!"

Foi na Escolinha do Professor Raimundo que o público descobriu o talento ímpar desse brasileiro que interpretava a si mesmo como o professor de ginástica careca, musculoso e bigodudo que sempre tirava 10, pois, apesar de nunca responder a pergunta do professor, sempre botava a turma para queimar umas gordurinhas. Seu bordão (ISSA!) ficou bastante difundindo, chegando a causar polêmica (!!!) com o pessoal do Casseta e Planeta, que o usou sem creditar em quadros onde o Bussunda era um surfista. Outro fato interessante sobre Cintura é que ele já foi herói, protegendo civis em tiroteio no Vidigal, onde reside.

No entanto, o trabalho de campo desse blogue não pára por aqui: vocês sabiam que Paulo Cintura já foi repóter em documentário ecológico premiado, em 1998, produzido pela rede Bandeirantes? Ah, um detalhe, se tratava de um vídeo sobre a "limpeza" da energia produzida em Angra dos Reis e a láurea foi concedida pela "Sociedade Nuclear Americana - Seção Latino-Americana".

Este colaborador teve a singular oportunidade de receber uma visita "de corpo presente" do mestre Paulo Cintura em sua própria escola, no mesmo ano. Cintura fazia uma turnê em instituições, encomendada pela Eletronuclear, exibindo o tal vídeo, que não passa de um institucional sem-vergonha da empresa nuclear e é uma pérola perdida que nunca teremos no Youtube. Na reportagem, víamos o atleta colocar os equipamentos de segurança e apresentar as instalações das usinas Angra 1 e 2, falando sobre como, "ISSA"!!, eram plenamente seguros; recolhimento de resíduos totalmente "verdes", favoráveis ao meio ambiente. Tudo com muitas exclamações e cheio de saúde!

Numa externa maravilhosa, vemos Paulo Cintura entrevistando um pescador que trabalhava a menos de 300 metros da usina - que ainda podia ser vista ao fundo:
- Tem muito peixinho aqui?
- Sim, dá um bom pescado.
(virado para a câmera)
- ISSA!! Tão vendo?!!! Pescador cheio de saúde!!! E saúde é o que interessa; o resto não tem pressa!

Depois da "conferência", meu professor de física, para quem as usinas são uma bomba-relógio, fez um discurso revoltado com a cara-de-pau do programa nuclear brasileiro, ao tentar cooptar os futuros engenheiros da nação explorando a imagem de uma personalidade ligada à saúde, ainda mais do quilate de Paulo Cintura.