Já existem 17 episódios inteiros no youtube e só hoje foram me apresentar o gênio Paulo Tiefenthaler?
Já estou negociando a compra do passe, para inaugurar o canal IdB no Youtube, no qual nosso conzinheiro de guerrilha será uma das principais atrações.
sábado, 14 de fevereiro de 2009
#211 - SABER DE UMA COISA? VOU ALMOÇAR DIRETO!
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
#207 - Rondinelli
Rondinelli chegou ao Flamengo em 1974 e, após dois anos disputando posição, firmou-se como titular absoluto. Rondinelli era um zagueiro vigoroso, que não dava moleza para os adversários e estava disposto a fazer o possível e o impossível para evitar gols dos rivais. Zagueiro aguerrido, não existia bola perdida para Rondinelli, que, segundo Zico, foi o único jogador que ele viu dividir uma bola com cabeça. Tal fato aconteceu durante um Fla-Flu, quando Rondinelli usou a própria cabeça para retirar uma bola dos pés de Rivelino.
Porém, foi somente em 1978 que o nome de Rondinelli entrou definitivamente para história do clube. Na final do Campeonato Carioca contra o Vasco, em uma cobrança de escanteio a favor do Flamengo, aos 41 minutos do 2ºtempo, o zagueiro deu um pique do meio-de-campo até a área adversária e, com uma cabeçada que mais parecia um chute, marcou o gol do título rubro-negro.
Daí por diante, o jogador passou à condição de ídolo da torcida rubro-negra, que o imortalizou com o apelido de Deus da Raça.
Atualmente, o zagueiro vive em sua cidade natal, e faz questão de expressar seu amor pelo Clube também fora de campo: "Quando comecei a jogar pelo Flamengo, aprendi logo que quem veste essa camisa tem de motrar garra e amor à torcida, não importa a qualidade de seu futebol. Caso contrário, é melhor ir embora".
(Fonte: Flapedia)
É assim que se joga. Créditos para Arthur Muhlenberg, que deveria aproveitar seu cavanhaque e pimp his face, e Raphael Salimena.
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Moustache Update 30 - Blue Is The Color
Felipão será o novo técnico do milionário Chelsea F.C., tradicional clube londrino conhecido pelos milhões de dólares injetados em seu departamento de futebol pelo mafioso russo Roman Abrahmovic, uma espécie de Castor de Andrade do primeiro mundo.
Até aí, nada demais. A questão é que a linguaruda imprensa britânica praticamente estragou a surpresa que o IdB vinha preparando para você, fazendo circular uma comparação entre Big Phil e o homem que nasceu para interpretá-lo em uma cine-biografia.
Malditos!
E aí, será que ainda tem graça?
sábado, 24 de maio de 2008
#196 - Sir Graham Hill
Numa época em que correr de carro era coisa pra homens formados na adversidade da vida ou homens cuja vida corria tão bem que eles poderiam comprar adversidades para forjá-los, Graham Hill era um mito entre seus pares.
Você acha que estamos brincando e iremos fazer alguma piada besta com bigodes aqui? Hill não precisa de gracejos, com muita graça o homem faturou a Tríplice Coroa do automobilismo, fato que pode ser comprovado mudando de perspectivas! Para alguns, ele alcançou tal feito baseado em suas conquistas nas 500 Milhas de Indianápolis (1969), nas 24 Horas de Le Mans (1972) e no seu bicampeonato na F-1 (1962 e 1968). Outros, julgam que as 500 Milhas e as 24 horas o colocam no Panteão dos botas junto com as suas 5 vitórias no GP de Mônaco (1963, 1964, 1965, 1968, 1969)! Seja como for, nenhum outro mortal chegou lá.
Acha pouco? Graham era um piloto tão sagaz que de seus genes saíram mais um campeão do mundo de F-1, o pequeno Damon que ele mima na foto! Damon é o único filhote de campeão de F-1 que conseguiu repetir o feito do pai.
A vida de Graham terminou num acidente aéreo no ano de 1975. Mas seu nome e seu bigode marcaram toda uma era das corridas de carro!
Graham Hill se alinha para vencer. Com ele na pista, nenhum outro era "Nº 1".
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Mustache Update #22 - Leovegildo já!
Não é de hoje que Leovegildo da Gama Júnior representa para o Mais Querido a dignidade rubro-negra de chuteiras. Seu bigode vencedor fala por si. O amor da torcida por ele completa o restante do quadro. Seu bigode irá mostrar a esse atual elenco que não basta ter pele rubro-negra, é necessário sangue, suor, lágrimas - e um excelente bigode. Diante das atuais circunstâncias, com a saída de Joel para comandar um timinho ridículo que nunca foi capaz de conquistar o Mundo, seu nome é o mais indicado para reconduzir o Clube de Regatas Flamengo a um inevitável caminho de glórias.
Xerifão
terça-feira, 15 de abril de 2008
Mustache Update #21 - Biro-Biro!
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
#150 - Puro groove
Nosso post número 150 vai homenagear grandes talentos! A dança do robô, o duelo de break, o chaveiro de rabo de raposa, as miniblusas masculinas e o poder de um bigode dançarino.
Não tentem fazer isso em casa, crianças.
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
#110 - We are the champions, my friend
Entre os dias 31 de agosto e 2 setembro, a Terra parou em Brighton. Por quê? Porque tivemos a edição do inolvidável CAMPEONATO MUNDIAL DE BIGODES E BARBAS, o popular World Beard and Moustache Championships! O evento reuniu entusiastas da causa maior do homem viril capitaneados pelo "The Handlebar Club", sediado num pub lodrino chamado Windsor Castle.
O Handlebar Club aceita associados de todo o mundo desde que estes cultivem uma bela bigoda mui hirsuta sobre os lábios que se extenda orgulhosamente pelas pontas. Barbas não serão aceitas como membros! Felizmente, pode-se filiar como parceiro do Handlebar caso você não possua o bigode necessário para ser um dos eleitos.
Membros do Handlebar Club comemorando 50 anos de muita sagacidade.
O Ídolos de Bigode publica abaixo uma amostra dos vencedores de 2007! Caso você queira ver mais grandes homens, clique aqui.
Paul Lewis (Ing), campeão na categoria Bigode Natural.
George Lutz (Ale), campeão na categoria Bigode Inglês.
Karl-Heinz Hille (Ale), campeão na categoria Semi-Barba Imperial.
Max Pankor (Ale), campeão na categoria Bigode Dali.
sexta-feira, 17 de agosto de 2007
#92 - Big Phil

O IdB presta hoje sua homenagem ao chefe da pentacampeã Família Scolari. Um homem de profundo conhecimento e solidez de caráter, cuja zaga dos sonhos seria formada por Ricardo Rocha e Mentor.
Maior vencedor de jogos consecutivos em Copa, Felipão tem ainda em seu currículo as inigualáveis façanhas de ter mostrado o verdadeiro futebol falcatrua do ineficaz Denílson e de ter recuperado o complexo maître-paraíba Rivaldo a tempo de servir umas bolas deliciosas - umas verdadeiras lasanhas, diria Silvio Luiz - de bandeja para o folclórico centroavante Ronaldo "Garfield" Nazário.
(Fazendo uma breve mas merecida digressão, Rivaldo, a chaga, o stigmata do futebol brasileiro, era um grande jogador com o potencial não-realizado que, de fato, nunca rendeu o que podia por falta de uma bigoda à la Rivellino. O Noronha sabe, o Luís Mendes sabe, os mestres sabem: para ocupar aquela posição de número 1 do Zagallo no meio-campo, tem que ter bigode, seja um de pêlos reais ou um de preconceito. Felipão estava consciente da adversidade mas conseguiu, com a presença de seu próprio bigode, emanar vitalidade suficiente ao craque sorumbático.)

Concentração com Luiz Felipe é coisa séria e profissional. Uma hora para ser explosivo; e uma hora de ser constrito. Uma hora de marcar o adversário; e uma hora de matar o adversário. Nada de chuteirinhas amarelas calçadas por pseudocraques, amarelões da cabeça aos pés, indignos da amarelinha e com a mão amarelada de quem peidou na farofa. Ele é uma rocha; ele é uma ilha. Treino, treino, treino e, para descontrair - como bom gaúcho-cidadão-do-mundo -, um chimarrão dançante ao som dos Bee Gees, ou um chimarrão relax ao som de Simon&Garfunkel. Só toca o fino da Canção Americana no DVD da sala de estar da Família Scolari.
Infelizmente para os brasileiros, Felipão teve que atender a um chamado mais forte do que o patriotismo e foi compelido, pelo poder do Bigode, a treinar o time português. Para seu azar, a Publicidade e a mídia golpista colocaram Cristiano "Patinação Artística" Ronaldo em seu caminho. Mas 2010 vem chegando e esse entrave imberbe não tarda a rodar, ó pá.domingo, 17 de junho de 2007
#40 - O Leão Nigel Mansell
O Bigode vem para o homem como um poder e, às vezes, tanto poder pode sair de controle e se tornar um pesadelo. Il Leone sabia disso e sofria com isso - que o Bigode exige muito do homem que almeja ostentá-lo.Para quem duvida, o IdB traz hoje a história deste que foi o quarto maior vencedor de GP's de Fórmula-1 (superado apenas por Schumacher, Prost e Senna), um homem que passou por todas as provações que o Bigode impõe e venceu no fim, se tornando um Ídolo de Bigode, mas não sem muita luta. Esse gênio, apesar de todo seu talento e de todo seu bigode, encontrou imensa dificuldade para fazer uma temporada consistente e vencer um campeonato. Foi apenas ao final de sua carreira, calejado e mais maduro, que Nigel Mansell conseguiu controlar toda a plenitude mística do Poder do Bigode e comemorar os títulos da F-1 de 92 e da F-Indy de 93. Antes disso, joguete do destino e vítima da própria força, foram três os vices-campeonatos: 86, 87 e 91.
Em 1986, Mansell é contratado por Frank Williams para ser o segundo piloto do então bi-campeão Piquet. No entanto, com o chefão acidentado longe do comando, acaba caindo nas graças do novo patrão e recebendo tratamento preferencial, o que cria um grande racha na escuderia e dá origem à rivalidade com o brasileiro, que duraria para sempre. Paralelamente, a competição corre quentíssima, sendo disputada por Mansell, Prost, Piquet e Senna até as últimas corridas. Vale lembrar que foi nesse ano que ocorreu a famosa "melhor ultrapassagem do mundo", de Piquet e seu dedo médio à mostra sobre Senna, na Hungria; além da "chegada mais apertada da história", na Espanha, onde Senna superou Mansell na reta final por 14 milésimos de segundo.
Então, após abrir boa vantagem no início do campeonato, logo aparecem os primeiros sinais de desequilíbrio no Bigode. Mansell começa a beijar tudo que era muro e permite a aproximação de Piquet e também do narigudinho Alain Prost, burocrático, que vinha acumulando segundos lugares. Na última corrida, na Austrália, Mansell tinha 70 pontos e os dois rivais, 63. Piquet assume a liderança, o que garantia o título para Mansell, que vinha em segundo, à frente de Prost. No entanto, o pneu do Leão Britânico explode sensacionalmente, lhe rendendo novo encontro com o guard-rail. Para completar a lambança, a Williams, temendo que o mesmo acontecesse com os borrachudos do brasileiro, o chama para os boxes e entrega o título de mão beijada para Prost.
Em 1987, Piquet decide então sabotar o Leão psicologicamente. Esconde o papel higiênico do inglês em meio a uma diarréia e chama sua mulher de feia (numa clara tática Clodoviliana), além de simular resultados ruins nos treinos para evitar que Mansell copiasse o acerto de seu carro nas corridas. Depois de sofrer muitas quebras na temporada, Mansell ainda com chances de virar o jogo mas sendo um aspirante pueril, inexperiente demais na época, evoca de maneira infeliz TODO o Poder do Bigode e, subitamente, logo após marcar a pole position nos treinos classificatórios de Suzuka, eis que um muro japonês, se movendo a mais de 200 quilômetros por hora, se choca contra seu carro. Machucado, fica afastado do resto das corridas do ano, deixando as coisas fáceis para o rival. É nisso que dá brincar com o Bigode. Numa próxima, certamente Ele enviaria o Godzilla.
Anos mais tarde, em 1991, Senna não dá chance para ninguém e leva o campeonato com sobras mas, pior do que amargar o vice novamente, Mansell sofre sua pior derrota - competitiva e psicológica - para Piquet no GP do Canadá. Após quebra de Senna, Mansell, liderando com mais de 20 segundos de vantagem na última volta, já podia sentir o gostinho de cerveja Guiness em seu bigode. Porém, em meio à empolgação, acenando para o público, ele desliga por engano o motor do carro, não consegue tornar a ligá-lo e acaba homenageando justo o "amigo" Piquet, que o ultrapassaria se cagando rir rumo à sua última vitória na F-1. Mais tarde, o pioneiro dos pegas de rua em Brasília declararia "ter tido um orgasmo" nesta corrida.

terça-feira, 5 de junho de 2007
#31 - Mark Spitz
Esse inquestionável ídolo de bigode nunca ligou para a conversa fiada dos cientistas do esporte - uns moralistas frustrados, fracos demais para serem atletas - de dizer que pêlos roubam frações preciosas de segundos na natação competitiva. 7 ouros em uma única olimpíada e 7 recordes mundias que duraram décadas estão aí para provar que os fortes usam bigode.


