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quarta-feira, 28 de maio de 2008

Mustache update - Umbrela mística

Acho que se fosse colocada a enquete entre os leitores aqui do blog haveria um consenso de que o Inri Cristo não é Jesus de Nazaré reencarnado. A dúvida que se impõe, portanto, é se ele é maluco mesmo ou uma espécie de Andy Kaufman brasileiro; contando a piada mais longa de todos os tempos.

Segue abaixo, de qualquer maneira, a versão que as discipulas Asusana e Alibera fizeram para Umbrella, o sucesso (sic) de Rhianna. Das coisas mais bizarras que já vi na vida.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Mustache update 9: não é um bigode!

Este cidadão não usa bigode. É preciso deixar isso claro. O bigode tem de ser uma opção. E convenhamos, nosso amigão chinês nunca pôde fazer muitas escolhas na vida.



De qualquer forma, se você formosa dama está precisando de um ombro amigo, o garotão está atrás de namorada. Ele está no Guiness e apareceu no blog do Fake Steve. São excelentes credenciais.

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

#88 - Fernando Pessoa - A Metafísica do Bigode

O bigode de Fernando Pessoa não é nada. Nunca será nada. Não pode querer ser nada. À parte isso, tem em si os sonhos de todos os bigodudos do mundo.

Ensimesmado e metafísico, o lustroso bigodinho era fonte de angústia constante para o poeta, incapaz de elucidar a eterna questão: é o homem que define o bigode ou o bigode que define o homem? Enquanto cofiava o pessoano moustache pelas ruelas de Lisboa, não havia mendigo que não invejasse só por não ter que se preocupar com tão capilares questões.

Um dia, cansado de tanta tortura, Pessoa pôs em prática o experimento definitivo: cindiu-se em três e criou os famosos heterônimos, cada qual com sua peluda peculiaridade: o pacífico Alberto Caeiro, amante da natureza e inimigo da metafísica, recusava-se a debelar o buço e ostentava uma riponga pentelhama sobre os lábios; o romântico Ricardo Reis modelava o seu à pinça, como um Don Juan de vocabulário intumescido; o furibundo Álvaro de Campos cuspia versos brancos em sua negra bigoda nietzschiana, afiada com um faca fundida no Inferno.

Vencido pelo dilema, Pessoa entregou-se a uma vida vegetativa. Passava o dia em casa, sem camisa. À noite, subia e descia a Rua do Ouro, pensando em tudo que não era a Rua do Ouro. Já brincava com a idéia de suicídio quando olhou pela janela e viu, de relance, um rosto conhecido sob uma tabuleta familiar. Botou a cabeça pra fora e, acenando desengonçadamente, gritou: "Adeus ó Esteves". E o dono da Barbearia sorriu.

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Contribuição de Guilherme Freitas, futuro correspondente itinerante do IdB em Lisboa, São Petersburgo e Istambul.

quarta-feira, 6 de junho de 2007

#32 - Estou errado? Estou errado?



Esse homem lutou no Vietnã para garantir nossas liberdades. É melhor respeitá-lo.

PS.: Certos filmes devem ser vistos toda vez que passam na televisão. Eles estão fadados a se tornar clássicos de uma ou mesmo de várias gerações. Foi assim com "Curtindo a Vida Adoidado" nos anos 80. É assim com o filme que melhor define o início dos anos 90: O Grande Lebowsky.